Anos, tantos!
De quê? De mim? De trabalho? O que é alguém, de mim sem isso? E se pensarmos bem, o que seria de nós sem isso. Uns dirão incompletos, chateados. Eu diria feliz.
Não porque dedique a uma causa quinze dos meus anos, sim porque vejo uma causa tão ténue, porque eu encontro um resultado tão pouco concentrado.
Cada vez mais penso o que seria de mim apenas com aquilo que me seria estritamente essencial. E a resposta teima em ser cada vez mais a mesma: feliz.
Terei eu essa felicidade?
Não porque dedique a uma causa quinze dos meus anos, sim porque vejo uma causa tão ténue, porque eu encontro um resultado tão pouco concentrado.
Cada vez mais penso o que seria de mim apenas com aquilo que me seria estritamente essencial. E a resposta teima em ser cada vez mais a mesma: feliz.
Terei eu essa felicidade?

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